MARKETING DE RELACIONAMENTO E AS RELAÇÕES LÍQUIDAS.

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25 de agosto de 2016
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MARKETING DE RELACIONAMENTO E AS RELAÇÕES LÍQUIDAS.

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A evolução tecnológica favorece o surgimento de novas formas de oferta de produtos e serviços pelas empresas a seus clientes, acarretando efeitos sobre vários aspectos da organização e da sociedade. Um dos agentes que têm atuado nessa transformação é o universo digital, por meio do comércio na rede. Estabelece-se então um questionamento: Como se posiciona o Marketing de Relacionamento quando as relações com o cliente passam a se dar prioritariamente pelo computador?

 

Este questionamento é o principal desafio para empresas de Grandes, Médio e de Pequeno porte. Com a evolução da internet e do universo digital as relações estão cada vez mais voláteis, isso significa que a melhor forma de estabelecer um relacionamento fiel e duradouro com seus clientes no âmbito da internet, é a definição de uma persona cada vez assertiva, fazendo com que ela tenha um diálogo mais pessoal com seu cliente e desenvolva com o passar do tempo, uma relação cada vez mais fiel, de amizade e de gratidão com a marca.

 

Mediante esses novos posicionamentos, este relacionamento “Humanizado” na rede tem acarretado alguns efeitos em vários aspectos da sociedade. O primeiro deles é a volatilidade das relações como um todo, sejam elas interpessoais, de amizade ou um relacionamento afetivo. Nas organizações o desafio é manter uma comunicação interna horizontal, fazendo com que as pessoas possam interagir mais em prol do trabalho e através desse modelo,  a comunicação externa passa por uma padronização para garantir que esta paixão e a dedicação pelos processos e produtos das empresas sejam passados para o cliente final.

 

Esta discussão, mediante a crise internacional de todas as cadeias e setores da sociedade, começou a estabelecer um pensamento paralelo e divergente, em meio a estas hipóteses. O novo perfil de consumo tem sido  movimentado diretamente, quando citamos a palavra DESACELERAÇÃO. O movimento slow life, quer propor uma sociedade mais viva, um consumo consciente e uma super valorização de pequenos produtores. Dessa forma, essas novas forças tornam-se um ciclo, um direcionamento para quem quer vender mais e direção oposta para quem quer repensar  o consumo e garantir com que as relações não se estabeleçam mais como estão.

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